Aborda de forma sintética o tema da legitimação do poder judicial nos ordenamentos jurídicos hodiernos.
Nem sempre as comunidades politicamente organizadas dispuseram de um sistema estruturado de meios especializado, com um corpo próprio de profissionais, na ministração da justiça. Essa opção, contudo, tornou-se frequente e necessária com o desenvolvimento de comunidades políticas altamente complexas, nas quais as formas de organização social mais elementares (a família, os vizinhos, a povoação, os municípios) perderam a capacidade de se afirmar como um princípio de ordem dentro do seu âmbito ou no contexto de relações que cruzam as fronteiras de cada grupo.
